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UEFA Euro 2016 - Os NOSSOS + e - da Fase de Grupos

A fase de grupos do debutante Europeu de futebol a 24 fechou-se e agora há que analisar os comportamentos, os desempenhos, quem surpreendeu, os que desiludiram. Naturalmente, uma avaliação dentro das expectativas criadas à partida para a competição.



GRUPO A

França - estrelinha - a crença gaulesa em novo título ganhou dimensão com as vitórias ao cair do pano.



Payet - decisivo nos triunfos, roubou o protagonismo aguardado por outros.


Pogba-Matuidi - dois 'animais' no meio-campo que ainda não mostraram a pujança a que nos habituaram nos clubes e mesmo nos 'Bleus'.


Roménia - escolhas - Iordanescu abordou os encontros com lacunas nas ideias, face aos adversários e ao que os seus futebolistas podiam produzir, estranho para um técnico conceituado e de uma escola reconhecida.


Pintilii - foi o médio mais esclarecido e notou-se imenso a sua ausência no terceiro jogo;

Stanciu - a estrela futura, foi mal aproveitado;

Grigore - com todas as bocas a salientarem Chiriches como a estrela-maior da selecção, sobressaiu mais o seu parceiro de eixo defensivo.

Popa - não desequilibrou no flanco;
Hoban/Prepelita - provaram que o seu tempo no miolo romeno já passou;
Iordanescu - pela abordagem a cada partida.

Suíça - segurança - Os helvéticos mostram-se pela sua coesão e segurança defensiva, a fazer lembrar a forma como abordaram o 'seu' Mundial de 54. Reconhecendo ampla superioridade à oposição, Rappan desenvolveu o 'verrou' que os italianos tornaram posteriormente famoso como 'catenaccio'.

A opção de Benaglio se retirar do futebol internacional estremeceu alguns, mas foi esta decisão do antigo guardião do Nacional da Madeira que abriu espaço de afirmação a nomes como Sommer, Burki e Hitz, correntemente todos a alinharem na Bundesliga alemã. O guarda-redes do Borussia Monchengladbach tem-se mostrado como um dos melhores da prova até ao momento.

Fabian Schär 'melhora' Djourou, o mais jovem tem inatas qualidades para central e denota belo entendimento com o seu parceiro do eixo, nascido na Costa de Marfim.

A principal figura suíça, Shaqiri, ainda não se mostrou, assim como as setas ofensivas, Seferovic e o jovem enormemente cobiçado Embolo. O ataque helvético necessita de produzir mais.


Albânia - azar - na estreia numa fase final os albaneses podiam ter empatado com a 'mãe' suíça, berço futebolístico de um amplo número de jogadores da selecção albanesa, estiveram a zeros até aos 90 minutos diante da França e bateram a Roménia, saem de cabeça erguida.

Etrit Berisha - muitos prognosticavam uma menos-valia para os albaneses no golo, mas o 'sueco' foi dos melhores da selecção no torneio

Elsid Hysaj já tinha admiradores mas o lateral direito deixa o Europeu com um autocarro de clubes em seu encalço;

De Biase viu bem o que Memushaj poderia trazer e também este médio, importante na subida do Pescara, tem agora exponenciado o número de interessados.


O capitão Lorik Cana, a expulsão no primeiro jogo, tão precoce, complicou uma partida que parecia estar a pender para os albaneses. Gashi, apenas porque não jogou, era de esperar que fosse uma gazua a entrar nos jogos, mas o agora parte da MLS norte-americana não foi tido como solução pelo seleccionador italianos dos albaneses.

GRUPO B

Inglaterra - rejuvenescimento - se Rooney ganhou o papel de patrão é porque a selecção está mesmo renovada e surge com nomes que prometem ali ficar na próxima década.

Eric Dier - Jesualdo Ferreira leu muitíssimo bem a inteligência e cultura táctica deste menino e aquilo que ele poderia oferecer no meio-campo. Pocchetino está a dimensioná-lo no Tottenham e a Inglaterra ganha muito com este pêndulo.

Kyle Walker - o encontro de Clyne valorizou bastante o que Walker havia feito nos jogos anteriores.
Adam Lallana - O médio do Liverpool está a desempenhar um papel 'espelhado' ao que vimos no passado fazer Milner - e que até seria expectável que fosse este a fazer. Mais do que entrar em desenvolturas ofensivas como no passado e mais se lhe reconhece, Lallana tem equilibrado muito bem a equipa.

Raheem Sterling - não se pode queixar das oportunidades que Hodgson lhe tem dado, mas a Inglaterra melhorou imenso com Sturridge na linha da frente.
Harry Kane - está a faltar o 'HurriKane', o furacão que abana as redes adversárias.

Rússia - retrógrada - Slutski tentou-se agarrar aos 'seus' jogadores do CSKA, num modelo muito usado pela URSS, transportando para as selecções as equipas dos clubes nas várias modalidades, sem o sucesso que muitos entendem ser mais fácil de atingir desta forma, e não resultou, de todo.

Shatov - O criativo tenta, por todos os meios, catapultar, liderar a equipa, mas falta melhor acompanhamento e entrosamento.


a linha defensiva CSKA, Berezutski-Ignashevich-Schennikov afundaram a equipa. Notou-se como melhorou, por exemplo, com a entrada de Kombarov na esquerda no terceiro encontro.
Kokorin - não foi tanto por sua culpa. Com Dzyuba inevitavelmente a ganhar bolas, Slutski deveria ter Kokorin mais perto deste, no aproveitamento, não aberto numa faixa, desperdiçando-se a mossa que o enorme avançado causa nas defesas adversárias e a capacidade de concretização de Kokorin.

Gales - rotação - todos associam o País de Gales a Gareth Bale, com razão. Este está a conseguir bem mais do que Giggs e convém frisar que o antigo extremo esquerdo do Man United dispunha de uma defesa bem mais forte que a actual a acompanhá-lo. No entanto, o miolo galês é um regalo aos olhos. Joe Allen é um futebolista extraordinário que terá de sair do Liverpool caso Klopp não perceba isso, Joe Ledley tem igualmente alta rotação e Ramsey é o que se conhece do Arsenal.

São os nomes acima citados que merecem a estrela, todos eles, mas Joe Allen enche-nos mesmo as medidas.


Jonathan Williams foi o que respondeu pior no ataque, também por ser o mais inexperiente e rotinado na função.

Eslováquia - crença - a derrota com Gales, surpreendente à partida, não abalou a equipa, que se reagrupou e partiu para duas boas exibições.

Se alguns perdem 'pedalada' rumo a ligas menores, Weiss está a exibir-se muito bem, apesar de já estar no Qatar há duas épocas.

Apesar de posicionado numa posição que faz mas não é a sua, Ondrej Duda vem mostrando a razão de ter emblemas de maior nomeada interessados em si. Um jogador muito completo e maduro para a sua idade.

Juraj Kucka, Mak e Pecovsky - que deu outro valor ao miolo - também merecem realce.


Martin Skrtel continua impetuoso e pouco estável. É o líder da defesa mas já podia ter sido expulso em dois dos encontros.
Nemec - não se mostrou solução no ataque.
Hamsik - não tem estado mal, tem trabalhado bastante, mas pede-se mais arte por parte do mais criativo elemento eslovaco.

GRUPO C

Alemanha - campeã - está tranquila, não tem problemas em lidar com o seu favoritismo.

Kroos-Khedira - o par está a funcionar muito bem. Depois dos problemas físicos que ambos sustentaram é bom vê-los tão rotativos. Khedira não seria nossa escolha mas é a extensão de Löw no relvado e fá-lo na perfeição.
Hector - um dos problemas muito debatidos na Alemanha antes do Europeu eram os 'problemas' nas laterais. À direita existe, mas na esquerda Hector tem-se revelado à altura de Schmelzer.


Mario Goetze mostra baixos índices de confiança e não se está a adaptar à posição de falso '9'.
Höwedes - o defesa esquerdo do Mundial 2014, central de base, é capaz de alinhar em qualquer posição atrás mas como defesa direito revela-se frágil defensivamente e não tem a projecção que consegue à esquerda (estranhamente, pois é destro).

Polónia - sem vacilo - apesar de não estar a entusiasmar, jogou para se apurar como devia e fê-lo.

Blaszczykowski - parece de retorno aos tempos áureos do BVB.

Krychowiak - um equilibrador nato.


Lewandowski/Milik - a dupla goleadora polaca não o está a ser. O jovem 'lanceiro' deu a vitória no desafio inaugural mas o entendimento revelado no apuramento não tem sido provado nesta fase final.

Irlanda do Norte - raça - depois de um primeiro jogo extremamente defensivo, a pior selecção da primeira jornada, soltou-se para um bom segundo jogo, agarrando-se depois ao apuramento no terceiro.

Conor Washington - nem seria esperado que entrasse nos 23, apenas chegou à selecção norte-irlandesa em Fevereiro mas 'meteu no bolso' o consagrado Kyle Lafferty naquilo que ofereceu à equipa.

Steven Davis/Oliver Norwood, o primeiro apoio o ataque, é o médio mais solto, o segundo segura o miolo, preponderantes nos desempenhos da 'verde-branca'.

Michael McGovern tem sido um muro na baliza.


Kyle Lafferty - o mais cotado norte-irlandês é a desilusão até ao momento.

Ucrânia - individualismo - faltou tudo e a mais-valia individual que se aguardava pelos alas não se verificou.

Zinchenko/Kovalenko - a nova geração do futebol ucraniano pede mais espaço. Os ucranianos poderiam ter feito mais se ambos tivessem alinhado a par.



Konoplyanka/Yarmolenko - as estrelas da Ucrânia não fizeram qualquer diferença e as desavenças recentes de que se falaram podem ter minado mesmo o balneário.

GRUPO D

Espanha - tranquila - a alcunha de Del Bosque pode-se aplicar bem à Espanha, que tem mostrado muita tranquilidade em todos os desafios.

Iniesta - o ilusionista está-se a candidatar a novo troféu de melhor em prova, chegue a Espanha longe no torneio.
Morata - está-se a construir um enorme avançado, bem mais completo que um clássico 'ponta-de-lança'. A sua estada em Itália deu-lhe uma dimensão que não tinha em Espanha, um 'calo', uma leitura táctica que o pode tornar rival de Lewandowski e Suárez pelo 'título' de melhor avançado do mundo no futuro.


Cesc Fábregas - tem estado discreto
Sergio Ramos - como Skrtel e Pepe, já tem idade, jogos, estofo, maturidade suficientes para não cometer os erros que comete a cada encontro.

Turquia - tardia - Fatih Terim apenas 'acordou' para o torneio no derradeiro desafio. Podiam ter feito bem mais.

Emre Mor - o menino justificou no terceiro jogo a razão da contratação por parte do Borussia Dortmund. Um talento que promete dar muito que falar.


Arda Turan - abnegado, com muita vontade, mas condicionado pelas opções tácticas de Terim nos dois jogos iniciais.
Ozyakup - era outro jogador muito falado à entrada da prova, mas o médio ficou aquém do antecipado.
Calhanoglu/Sahin - dois alemães de nascença e formação futebolística dos quais tão mais era esperado, especialmente o especialista das bolas paradas.

República Checa - desilusão - foi uma das selecções de quem mais se aguardava e que menos produziu.

Kaderabek - salvou-se o lateral direito checo.

Limbersky e Darida também tentaram remar contra a maré.

Rosicky - sem ter jogado toda a época, notou-se que o maestro checo não tinha o necessário ritmo para liderar a equipa.
Necid - o alto avançado não justificou o lugar.
Plasil/Krejci - o miolo e as alas também não funcionaram e estes dois elementos são exemplos disso.

Croácia - arte - não espanta a qualidade de jogo croata. O perfume do seu futebol sente-se há décadas e continua a enfeitiçar.

Luka Modric - continua como maestro.
Ivan Rakitic - depois de um primeiro encontro abaixo do aguardado, sobe de forma, está em contínuo crescendo.
Marcelo Brozovic - quem não o conhecia já deve estar rendido, mesmo alinhando fora do seu ambiente mais natural, o centro do terreno.

Equipa - estão a desempenhar-se como não se via, com uma entreajuda grande.

Mandzukic - Tem sido o menos da selecção. Um goleador nato que não está a aproveitar as ofertas que lhe têm proporcionado os companheiros.

GRUPO E

Itália - resposta - a maioria da imprensa transalpina não acreditava nesta selecção e foi muito crítica com a linha ofensiva. Devem ter engolido uns 'sapos' durante esta fase.

Éder - o brasileiro naturalizado italiano está a justificar a chamada de Conte.

Florenzi - olhando ao facto de estar a alinhar fora da sua posição habitual, o ala reconvertido em lateral, agora como interior e lateral do outro lado, tem cumprido com as exigências do seleccionador.


De Rossi - não tem estado à altura dos acontecimentos naquela que seria sempre uma difícil sucessão a Pirlo.

Bélgica - em crescendo - depois da entrada em falso, os belgas mostraram o seu poder diante da Irlanda.

Meunier - Finalmente, Wilmots percebeu que este defesa, igualmente capaz de alinhar em qualquer posição defensiva, é o melhor lateral direito do futebol belga actual. A equipa ganhou imenso com a sua entrada e os dois encontros bastaram para captar os 'gordos' olhos de emblemas ingleses.


Fellaini - continua distante dos tempos do Everton. A falta de confiança é notória e não há entendimento naquele meio-campo, observando-se demasiadas vezes 'atropelos'/'espelhos' na movimentação entre Fellaini e Witsel.

República da Irlanda - adeptos - muita alma e os melhores adeptos do mundo valem o apuramento.

Os fãs têm feito a festa em França.

Robbie Brady - a Irlanda ganhou muito com a inclusão de Brady, um formando do Manchester United, à frente de Ward na esquerda.

Jeff Hendrick é uma alma naquele meio-campo, à direita, mais dentro, uma revelação.

McCarthy, McClean, Hoolahan - todos extremamente laboriosos, combativos e Hoolahan a dar classe à equipa.


Walters/Keane/McGeady - os mais consagrados homens da República da Irlanda têm jogado pouco e pouco mostrado. Sinais dos tempos, a selecção dos trevos, a 'verde' renova-se.

Suécia - rigidez - quando parecia ter crescido e saído da rigidez 'old school' inglesa que permanece no futebol sueco, apresentou-se no Europeu dessa forma, praticamente sem dar liberdade a Forsberg para penetrar da esquerda para o meio, onde consegue fazer a diferença, por exemplo.

Lewicki/Ekdal - não jogaram a par mas a Suécia teria ganho bastante com esta parelha - ou Hiljemark - no lugar de Kallstrom, faltou essa visão a Hamren para dar mais rotação à equipa.

Olsson também tentou - e muito - no flanco esquerdo.

O seleccionador Hamren, excessivamente conservador.
Marcus Berg - nunca conseguiu perceber a melhor forma de combinar com Ibrahimovic (funcionou melhor com Guidetti, sempre).
Ibrahimovic - faz a diferença individualmente, mas não o conseguiu. As declarações no final da prova também não o favorecem. Ibrahimovic não conseguiu dar nada - troféus - à selecção e antes dele existiram enormes nomes como Gren, os irmãos Nordahl, Hamrin, Liedholm, Dahlin, Brolin, Larsson, que ofereceram medalhas olímpicas quando o torneio de futebol dos Jogos era 'a sério', uma final mundial (58), por isso exigem muito, mas mesmo muito mais respeito por parte do astro.




GRUPO F

Portugal - fortuna - jogos pouco conseguidos, erros primários a nível táctico e posicional e novamente a sorte a guiar Portugal rumo aos oitavos num quadro teoricamente mais favorável.

Cristiano Ronaldo - mais uma vez se confirmou que, por muito que adore ser bajulado, CR7 reage da melhor forma - positivamente - a estímulos negativos. O episódio com o microfone trouxe o melhor Cristiano ao relvado no terceiro jogo. Um pequeno exercício de memória e facilmente se lembrarão o que sucedeu no Europeu de 2012, onde CR7 tem também o génio a soltar-se em campo depois da chuva de críticas aos seus desempenhos.
Quaresma - não pode ser titular, é a melhor 'arma secreta' que Portugal tem. É estranho como os jogadores que conseguem fazer constantemente a diferença a partir do banco queiram ser titulares, mesmo que do banco façam melhor e sejam mais idolatrados.
Raphael Guerreiro - um dos melhores laterais esquerdos da competição. Pensar que o jovem ficaria de fora dos 23 caso Coentrão tivesse mínimas condições de ser chamado é quase sacrilégio (é o mal de se pensar naquilo que alguém foi e não ver o que é ou está a ser).


Pepe - como Skrtel e Ramos tem idade mais do que suficiente para não cometer as gafes primárias que apresenta. Não basta arreganhar-se todo, é necessário mais.
Eliseu - o terceiro jogo saiu mesmo mal ao açoriano, ainda mais marcado depois das belas prestações de Guerreiro.
João Moutinho - percebe-se que está condicionado fisicamente e não dá aquela dinâmica ao jogo que nos habituou.

Hungria - memória - a 'aranycsapat', a mágica Hungria dos anos 40/50/60 tem finalmente uma herdeira, não na qualidade mas na honra ao passado e no desempenho pelo país.

Adam Nágy - não se pense que é uma novidade, quem acompanhou o Mundial de sub20 de 2015 terá por certo ficado com anotações sobre este médio de formato centro-europeu, capaz de jogar em qualquer posição no miolo.

Laszlo Kleinheisler - quando parecia não existir sucessão a Gera, eis que Storck traz este jovem para a primeira equipa húngara. Kleinheisler é nome a acompanhar caso tenha tempo de jogo na liga alemã.

Adam Lang vai consolidando a posição na defesa.

as soluções para o ataque não funcionaram. Szalai/Priskin/Nemeth - é estranho que Storck não opte por Nikolics.

Islândia - critério - aninhada atrás, ver esta Islândia a sair com bola é de gravar para mostrar aos jovens - e adultos - a forma como se deve sair. Há selecções (onde se inclui a portuguesa) de valia bem maior que poderiam aprender bastante com esta forma tão criteriosa como a Islândia inicia o seu processo de construção.

O par da frente Sigthorsson/Bodvarsson - sós, conseguem dar muito trabalho às defesas e miolos adversários.
Birkir Bjarnason - é o homem que dá o maior critério, tem uma capacidade de domínio, uma leitura/visão de nota.


Gylfi Sigurdsson - esperemos que esteja a guardar-se para o jogo diante de Inglaterra. Tem tido muitas preocupações defensivas não conseguindo desdobrar-se depois para o ataque.

Áustria - avalanche - era o nosso 'dark horse' e desmoronou-se por erros consecutivos do seu seleccionador na abordagem aos jogos. A posse, a qualidade que demonstrou durante a qualificação foi totalmente afogada, sem razões que o justificassem.

Julian Baumgartlinger - foi o melhor médio, talvez o melhor jogador austríaco neste torneio.
Robert Almer - excedeu todas as expectativas e evitou que a humilhação fosse pior.


David Alaba - não foi a estrela que todos aguardavam. Desposicionado, desmotivado, pouco crente em si próprio é o que dali se tira.

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